sábado, 24 de junho de 2023

Ensinamento IX. Leitura bíblica: I Pedro: 4:1-9



I Pedro: 4:1. Cristo cessou o pecado. Cristo, pagou pelos nossos pecados e que agora podemos descansar em Sua obra consumada, porque os nossos pecados se foram! Nosso espírito (não nossa carne) foi aperfeiçoado por meio da Expiação de sangue concluída pelo Senhor Jesus Cristo. Jo. 17:3-4. Temos a confiança de que ao recebemos Cristo como nosso Salvador pessoal, entregamos nossa alma e nosso espírito aos cuidados remidores do Senhor, e nos tornarmos filhos do Altíssimo. Jo. 1:12. Cremos que Cristo morreu e ressuscitou para nos salvar da culpa e penalidade do pecado. I Co. 15:3 e Ro. 4:25.Com essa verdade em mente: “Cristo padeceu por nós na carne” devemos nos armar como o mesmo sentimento do Senhor Jesus Cristo que nos amou e nos deu um novo mandamento. Jo. 13:34.

I Pedro: 4:2. Vivendo segundo a vontade de Deus. O crente, no tempo que lhe resta na carne, deve andar em sentindo contrário a realidade exposta no mundo, sendo o diferencial pelo qual resplandeça a luz diante dos homens. Buscando aprovar apenas as coisas que são do agrado de Deus. Ef. 5:8-11. Ou seja, devemos expor a vista de todos a obra de Cristo em nossas vidas. Quando andamos longe da aprovação do que agradável ao Deus, deixamos de exibi-lo e passamos a desonrá-lo, então deixamos de ser a luz e passamos a ser trevas. O crente é o outdoor de Deus, diante de tal afirmação devemos nos perguntar: O que minha vida expõe, glorifica ou desagrada a Deus? I Co. 6:20. Estou exibindo realmente uma vida transformada pelo Espírito Santo? Ou apenas, vivo na aparência? I João 2:3-5. O que minhas ações e atitudes mostram para os outros? Amando o mundo ou amando a Deus. Mt. 5:13-14.

I Pedro: 4:3-4. Os tempos passados. A vida do crente, em todos os sentidos teve ser um sacrifício permanente a Deus. Ro. 12:1-2. Antes o pecador usava seus membros para servir a imundície, mas agora deve usar para servir à justiça. Ro. 6:19. Após o novo nascimento o corpo do salvo passa a ser o templo e a morada de Deus. I Co. 3:16 e Jo. 14:23. O crente deve DEIXAR o trato passado. Ef. 4:22, onde as decisões eram tomadas através da escuridão das trevas, sem nenhuma preocupação com o Espírito que habita em nós e TORNAR-SE NOVO, demonstrando através do bom trato as obras de mansidão e sabedoria. Tg. 3:13. ENCHENDO-SE de conhecimento, sabedoria e inteligência espiritual. Cl. 1:9-10. A mudança advinda da transformação efetuada pelo Espírito Santo, causa estranheza naqueles que não O possuem.

I Pedro 4:5-6. Os incrédulos prestarão conta ao Senhor. Todo aquele que NÃO crê no Filho terá sobre si a ira de Deus Jo. 3:36. Os incrédulos receberão o justo castigo e padecerão eterna PERDIÇÃO. II Tes.1:9. É certo que o homem natural está condenado, pois por uma só ofensa veio o juízo, sobre todos os homens para a condenação. Ro. 5:18. O incrédulo terá um triste fim, sofrerá o dano da segunda e terrível morte, no grande trono branco, aquele que não estiver com o nome escrito no livro da vida será lançado no lago de fogo. Ap. 20:12-15. A premissa “Porque por isto foi pregado o evangelho também aos mortos” tem duas possíveis interpretações: a primeira é ter a mesma conotação mencionada em I Pe. 3:19-20. Quando a Bíblia afirma que Cristo pregou aos espíritos em prisão está se referindo a pessoas vivas em carne, contudo mortas em pecados e ofensas. Ef. 2:1-3. Essas pessoas estão presas no cativeiro chamado pecado, entrelaçadas com os laços do diabo. Pv. 5:22 e II Tm. 2: 25-26. Vejam, no versus 5 Pedro informa que os incrédulos (aqueles que não creem na obra de Cristo) prestarão contas ao Senhor. Ou seja, o motivo principal da pregação do Evangelho é livrar os mortos espiritualmente em pecados e ofensas da condenação eterna. Ro. 6:23 e Ef. 1:13. Sendo através da ação do Espírito Santo, que usa homens na pregação do Evangelho, que o perdido tem o coração compungido e arrependesse para ter um encontro pessoal com Cristo, recebendo a vida eterna. Atos 2:37-38. A segunda interpretação sobre o versículo 6, que pode encontrar respaldo nas Escrituras diz que esse fato poderia ter ocorrido na morte de Cristo, quando Ele desceu as partes baixa da terra e levou cativo o cativeiro. Ef. 4:8-10. Antes da obra de Cristo, quando as pessoas morriam existiam dois destinos o inferno que era o destino daqueles que não entregaram as suas vidas a Deus e o lugar de consolo (seio de Abraão) reservado para os que criam verdadeiramente em na obra vindoura de Cristo. Em conformidade com as Escrituras esses dois lugares ficavam próximos, separados apenas por um grande abismo. Lc. 16:22-26. Então, na ressurreição Cristo desceu “às partes mais baixas da terra” pregou aos vivos e aos mortos. Não no sentido de uma segunda oportunidade para salvação e sim para mostrar o poder do Evangelho e de Sua obra.

I Pedro: 4:7. Exortação a sobriedade, vigilância e oração. Os crentes possuem um inimigo invisível, que tentar penetrar em qualquer espaço por menor que seja das nossas vidas I Pe. 5:8-9. Portanto, devemos ser vigilantes e sóbrios, revestindo-se da armadura de Deus, afinal somos filhos da Luz. Ef. 6:11 e I Tes. 5:5-8. Ter sobriedade, significa viver uma vida com lucidez e equilibro em todos os setores da sua vida.

I Pedro: 4:8. O amor cobrirá a multidão de pecados. Suportar-nos uns aos outros em amor. Ef. 4:2. O amor entre irmãos em Cristo é fundamental para o crescimento e edificação espiritual de ambos, mas este amor tem que ser proveniente de Deus, sem cobranças e imposições de qualquer cunho. O amor bíblico, cobre uma multidão de pecado e poderá livra um irmão da morte. Tg. 5:20. O maior de todos os frutos espirituais é o amor, por este motivo ele não poderá ser fingido. I Pe. 1:22. Afinal. o amor é o vínculo da perfeição. Cl. 3:14.

II Pedro: 4:9. Exercendo a hospitalidade. A hospitalidade, não deve jamais ser esquecida, justamente ao contrário deve ser posta em prática, quando você receber irmãos que fazem a obra do Senhor, você está permanecendo no amor fraternal. Hb. 13:1-2. O salvo, não deve murmurar em hipótese alguma, muito pelo contrário, ele deve fazer sempre a vontade do Senhor, mesmo naqueles momentos que a vontade de Deus é contrária sempre a vontade do Senhor, mesmo quando ao nosso próprio julgamento. Lc. 5:4-7.


Esperança-PB. 24 de Junho de 2023

Pr. Walter Costa.

Referências Bíblicas: Somente use Bíblias traduzidas do Texto Tradicional (aquele perfeitamente preservado por Deus em ininterrupto uso por fiéis): LTT (Bíblia Literal do Texto Tradicional, ACF ou BKJ-1611.

domingo, 18 de junho de 2023

Ensinamento VIII. Leitura bíblica: I Pedro: 3:18-22.



I Pedro 3:18. O justo padeceu pelos injustos. Cristo voluntariamente deu a Sua vida em resgate de muitos. Mt. 20:28. Ou seja, Ele deu o maior de todos os testemunhos, mesmo sendo Deus suportou a afronta, humilhou-se a Si mesmo e foi obediente até a morte. Fp. 2:5-8. O caminho que levou o Nosso Senhor àquele maldito calvário, foi horrendo e humilhante, o castigo que antes estava preparado para nós pecadores foi pago através do Seu precioso SANGUE, Ele foi ferido por nossas transgressões e moído por causa das nossas iniquidades. Is. 53:5. Este sacrifício por si só é suficiente para salvar todo àquele que se achegar a Deus, através da fé na morte e ressurreição do Seu Filho. Naquela cruz padeceu uma única vez o Justo pelos injustos. Cristo levou os pecados de todos aqueles que Nele creem e ressuscitou para justificá-los. Ro. 4:25. Não poderíamos encontrar um substituto melhor, Aquele que com uma única oblação (oferta) aperfeiçoa para os que são separados para a salvação. Hb 10:14. Estávamos mortos em ofensas e pecados e Cristo através da nossa fé em Sua obra, nos vivificou. Ef. 2:1 e Ef. 2:4. Na passagem de Efésios o apóstolo Paulo, mostrar-nos a nossa condição anterior a Cristo. Literalmente estávamos mortos entregues ao pecado e condenados a perdição. A palavra para morto em grego é nekros, que significa literalmente um cadáver ou cadáver. Salientamos que, o espírito do crente é vivificado a carne para nada aproveita-se. Jo. 6:63. Pedro afirma que essa substituição do Justo pelos injustos foi feita de uma vez e tem duração eterna. Ou seja, não existente condição dela ser repetida. Hb. 7:27/ Hb.9:12 e Hb. 10:10.

I Pedro 3:19-20. Cristo pregou aos espíritos em prisão. Quando a Bíblia afirma que Cristo pregou aos espíritos em prisão está se referindo a pessoas vivas em carne, contudo mortas em pecados e ofensas. Ef. 2:1-3. Essas pessoas estão presas no cativeiro chamado pecado, entrelaçadas com os laços do diabo. Pv. 5:22 e II Tm. 2: 25-26. Cristo, enquanto esteve na Terra pregou, na sinagoga de Nazaré a almas aprisionadas. Sua mensagem visava libertá-los do pecado. Tanto Cristo quanto as pessoas a quem Ele pregava, estavam vivos. Podemos aferir de modo Bíblico que nos seus dias Noé avisou ao povo sobre a iminência dos perigos advindos do dilúvio, contudo eles não deram ouvidos e permaneceram nos seus banquetes, não se arrependeram dos seus pecados, desse mesmo modo será o dia da vinda de Cristo, então não haverá mais tempo para o arrependimento. Mt. 24:36-39. A obediência de Noé o fez com que ele achasse graça diante de Deus e torna-se perfeito entre os da sua geração. Gn. 6:8-9. Do mesmo modo que a arca foi o caminho para a salvação de Noé, Cristo é o Caminho para todo aquele que tem fé em Sua obra. Jo. 14:6. Obs: Uma segunda possível interpretação para essa passagem será abordada no versículo 6 (seis) de I Pedro.

I Pedro 3:21. A figura do batismo. O significado da palavra batismo: a palavra batizar, propriamente falando, é um termo grego (baptizo), adaptado para o idioma português por uma alteração em sua terminação. É o termo sempre empregado por Cristo e seus apóstolos para expressar e definir a ordenança. Que significa tal vocábulo, segundo originalmente usado? Mergulhar, imergir, como fazemos com qualquer coisa com o propósito de tingi-la.. Entendemos e acreditamos que o batismo não é um "sacramento" que dá a graça salvadora, mas uma ordenança. Nós não somos salvos pelo batismo, mas pela fé em Jesus Cristo e no Seu sangue. Ap. 1:5. O batismo é o símbolo exterior do que já tem acontecido no coração daquele que confiou no Senhor Jesus Cristo para a salvação completa. I Co. 12:13 e Ro. 6:4. A ressurreição de Cristo é a causa principal da justificação do completa do salvo. Ro. 4:25.

I Pedro 3:22. Todos estão sujeitos a Cristo. Jesus subiu ao céu e recebeu todo o poder existente na terra e no céu, e um nome superior a qualquer outro nome. Mt. 28:18 e Ef. 1:21. Portanto o nome de Cristo hoje está sobre todo principado, poder, potestade e domínio, fato é que na eternidade o nome do nosso Senhor e Salvador também estará acima de qualquer outro nome. O mundanismo (apesar de tentar) jamais terá um nome maior do o de Cristo. Podemos afirmar que, a posição de Jesus no céu O coloca "muito acima de todo governo, autoridade, poder e domínio". Cl. 2:10. A grandeza de Seu nome também se estende por todos os tempos e eras.


Esperança-PB, em 18 de Junho de 2023.

Pr. Walter Costa.

Referências Bíblicas: Somente use Bíblias traduzidas do Texto Tradicional (aquele perfeitamente preservado por Deus em ininterrupto uso por fiéis): LTT (Bíblia Literal do Texto Tradicional, ACF ou BKJ-1611.

sábado, 10 de junho de 2023

Ensinamento VII. Leitura bíblica: I Pedro: 3:8-17.


I Pedro 3:8. Tenham todos o mesmo sentimento. Através da ação do Espírito Santo, somos conduzidos a temos um mesmo sentimento entre nós, amando uns aos outros e unidos em um mesmo parecer. I Co. 1:10 e Sl. 133:1. Quando escutamos a Bíblia, somos capacitados a entender que só podermos ter comunhão com o Pai e com o Filho, se houve comunhão entre os irmãos, nisso glorificamos a Deus. I Jo. 1:3-4. Quando há o amor fraternal entre os irmãos, podemos afirmar que haverá cuidado, dedicação e interesse genuíno e sem hipocrisia, gerando um sentimento positivo e construtivo, que levará o crente a fazer grandes sacrifícios, que só seria capaz de fazer por ele mesmo. Cl. 3:14 e I Pe. 4:8. Expondo de forma bíblica é impossível você amar a Deus, sem amar ao irmão. I Jo. 4:20-21. Na atual dispensação permanecem a fé, a esperança e o amor, sendo este o maior. I Co. 13:13. Logicamente o crente tem na sua essência espiritual a necessidade de persistir no amor fraternal. Hb. 13:1. A Bíblia nos mostra a forma de vivermos o amor fraternal. Ro. 12:9-10 e I Pe. 1:22.

I Pedro 3:9-10. Não devolver o mal com o mal. A mente dos crentes, teve está povoada com as coisas de cima e que o seu testemunho, só será eficaz perante crentes e incrédulos, quando andam com sabedoria. Cl.4:5. O crente em hipótese alguma, deve ser o instigador da contenda. II Tm. 2:23-24. Não devemos deixar o sentimento de hostilidade entrar em erupção e sim seguirmos as coisas que servem para a paz e edificação. Ro. 14:19. Sábios para o bem e simples para o mal. Ro. 16:19. Em outras palavras, os salvos devem ser meninos na malícia e adultos no entendimento. I Co. 14:20.

I Pedro 3:11. Aparta-se do mal. Abstenha de toda a aparência do mal. I Tes. 5:22. Os ensinamentos contidos no Livro Sagrado é exaustivo na exortação aos crentes para que eles evitem qualquer espécie e forma do mal. Nessa passagem a Bíblia vai além, quando nos ordena a evitar até mesmo a aparência do mal. O crente não perde a salvação, mas, pode se tornar uma pedra de tropeço para os outros. I Co. 8:9. Também somos instruídos a ser sal e luz no mundo. Mt. 5.13-16. Se estiver em vós tenha paz com todos. Ro. 12:18. Veja bem, temos duas vertentes, nem sempre é possível viver pacificamente com algumas pessoas, porque elas tornam isso impossível. O devemos fazer? Nos apartar do mal e buscar a paz.

I Pedro 3:12-13. Os olhos do Senhor estão sobre os justos. Para explicar que os crentes não devem pagar o mal com o mal, Pedro faz uma citação do Salmos 34:15-16. Vejam bem., os salvos são participantes da natureza divina. II Pe. 1:4. Justamente por esse motivo, os crentes devem possuir longanimidade (virtude de se suportar com firmeza contrariedades em benefício de outrem; magnanimidade, generosidade). Não permitindo que a ira, a vingança ou o sentimento de hostilidade adentre em seus corações. Ro. 12:19. Devemos aprender a esperar no Senhor, pois a vingança pertence a Ele. Pv. 20:22 / Sl. 94:1 e Dt. 32:35.

I Pedro 3:14. Bem-aventurado seremos se padecermos por amor da justiça. Mesmo em momentos de dificuldades o crente deve apresentar Cristo aos perdidos. Contrariando a máxima de algumas agremiações religiosas, que apregoa que o salvo não sofre e se estiver em qualquer espécie de sofrimento é decorrência do pecado. A Bíblia mostra que, perseguição e sofrimento são esperados na vida dos crentes. Jo. 16:33 e Atos 14:22. Porém, a resposta de um crente ao sofrimento deve ser apontar  Jesus para outros, pois a nossa esperança não é condicionada a estarmos bem o mal e sim no amor de Deus que foi derramado em nossos corações. Ro. 5:3- 5.

I Pedro 3:15. Respondendo a razão da nossa esperança. Oferecer uma "defesa" ou dar uma "resposta" à esperança de alguém é baseado na palavra grega apologista, que carrega a ideia de “defender” algo como um advogado defenderia seu caso em tribunal. O crente bíblico fundamentalista, conservado por Cristo, deve ser capaz de defender os ensinamentos contidos nas Sagradas Palavras de Deus, demonstrando a sua crença inabalável aos que estão de fora. Esse fato, o capacita para “demolir argumentos e toda pretensão que se opõe ao conhecimento de Deus. II Co. 10:4-6. Na batalha devemos ser fortes e ao mesmo tempo manso e humilde. Quando manejamos de modo bíblico a Palavra da verdade. II Tm. 2:15. Nos tornamos capazes de responder prontamente sobre a bem-aventurada esperança que há nós. Tt. 2:13-14.

I Pedro 3:16. Boa consciência e boa conduta em Cristo. O testemunho do salvo é sem sobra de dúvidas, um grande aliado no que diz respeito a demonstração da sua fé. Pv. 4:18 e Mt. 5:16. Mas, o sentido primordial desde versículo é exortar o crente a ser testemunha dele mesmo. Quando o apóstolo fala em boa consciência, que dizer que o próprio crente testifica a sua conduta. Quando somos guiados pelo Espírito Santo, Gl. 5:18 e não extinguimos a Sua ação. I Tes. 5:19, a nossa consciência  nunca nos acusará, Ro. 2:15 e I Tm. 1:5. Mas,  quando agirmos mal enciumamos e entristecemos o Espírito. Tg. 4:5 e Ef. 4:30. A boa consciência mostra o nosso testemunho perante os homens. Já perante Deus, nada podemos esconder, pois tudo é exposto diante de dEle. Hb. 4:12-13. Gratidão devemos ter a Deus, pois mesmo nos momentos em que nosso coração nos condena estamos seguros diante dEle. I Jo. 3:19-21.

I Pedro 3:17. É melhor padecer fazendo o bem. As Escrituras, mostram frequentemente que a aflição e a tribulação fazem parte do cotidiano dos salvos. Esse fato, não deve ser motivo de tristeza e sim de alegria. I Pe.4:12-15. O salvo foi comprado por bom preço e que é obrigação natural dele glorificar a Deus no corpo e no espírito. I Co. 6:19-20. Então, com esta verdade adentrada em nossos corações, devemos engradecer ao Senhor seja pela vida ou seja pela morte. I Pe. 4:15-16 e Fp. 1:20. Ora, se Deus nos permite sofrer, que soframos dando um bom testemunho, afinal devemos seguir as pisadas de Cristo. I Pe. 2:19-21.


Esperança-PB, 10 de Junho de 2023.

Pr. Walter Costa.

Referências Bíblicas: Somente use Bíblias traduzidas do Texto Tradicional (aquele perfeitamente preservado por Deus em ininterrupto uso por fiéis): LTT (Bíblia Literal do Texto Tradicional, ACF ou BKJ-1611.




sábado, 3 de junho de 2023

Ensinamento VI. Leitura bíblica: I Pedro: 3:1-7


I Pedro 3:1-2. Efeitos da sujeição da esposa. Para melhor entendemos essa sujeição é necessário que entendamos que o casamento não é uma instituição humana e sim uma criação de Divina. Quando a Bíblia faz uma afirmação no imperativo é certo que devemos tomá-la como uma ordem. Isso que dizer que a esposa deve de forma voluntária ser submissa ao esposo. Cl. 3:18. Veja bem, não se trata do homem seja mais ou menos importante, e sim a função criada por Deus para o esposo é de posição superior no casamento. Ou seja, a razão para a autoridade do homem no lar é a ordem da criação. Gn. 2:7 e Gn. 2:23. Talvez, o maior de todos os benefícios da sujeição Bíblica da esposa ao esposo e que através do testemunho dela o homem possa vir a crer na obra de Cristo. Faz-se mister entendemos que a submissão não é humilhação e sim um ato de temor a Deus. Ef. 5:21.

I Pedro 3:3-4. O enfeite da mulher crente é no interior. Pedro, faz uma explanação na qual afirma que a beleza da mulher crente não consistir em seu penteado, joias e roupas. Esse fato, não que dizer que a mulher salva está proibida de andar bem-arrumada e de estar bonita. Sara era uma mulher bonita e formosa. Gn. 12:11-13. Ou problema consiste quando, os adornos usados chamam mais a atenção para a aparência externa da mulher, do que glorificam a Deus. No versículo 4, o homem encoberto, significa que as mulheres devem desenvolver a beleza de dentro de seu ser espiritual. Como isso acontece? O seu coração deve estar encoberto com o traje incorruptível do espírito manso e quieto. A mansidão está intimamente ligada à humildade, força e honra. Um bom exemplo dessa afirmarão é a vestimenta da mulher virtuosa. Pv. 31:25. Afinal, tanto o homem, como a mulher devem seguir as pisadas de Cristo, que é manso e humilde de coração. Mt. 11:29. Um espírito manso e quieto é humilde, gentil e não se irrita facilmente, busca frequentemente o fruto do Espírito. Gl. 5:22.

I Pedro 3:5-6. O exemplo de Sara. Pedro, não está ensinando algo novo, e sim apenas apontando para o modelo usado pelas santas mulheres em tempos passados. Existem duas situações possíveis para as mulheres casadas: a primeira é confiar em sua própria capacidade de influenciar e controlar o marido. A segunda é confiar em Deus e ser submissa. Para, explicar o modelo deixado por Deus, o apóstolo usa o Sara como exemplo. Sabemos que Sara, seguia respeitosamente a Abraão, chamando-o de senhor.

I Pedro 3:7. O esposo deve coabita com entendimento. Nessa passagem, Pedro está afirmando que a responsabilidade do marido no casamento é proporcional a hierarquia de Cristo sobre a igreja. Ef. 5:22-23. Diante disso, fica claro que o esposo deve ser sábio na condução do casamento, pois ele é a cabeça da esposa. Sendo a mulher o vaso mais fraco do casamento, deve o marido compreendê-la, amá-la e honrá-la . O homem, deve se colocar no lugar da esposa, para melhor entendê-la. O marido não deve amar apenas em palavras, mas sim, em obras e em verdade. I Jo. 3:18. Procure ser um bom ouvinte, mas não use do silêncio para representar ao cônjuge uma resposta negativa ou frustrá-lo ao hesitar responder. Ef. 4:2-3. A Palavra de Deus nos mostra que a relação do marido para com a sua esposa deve ser sempre precedida do amor. Ef. 5:25 e Ef. 5:28-29.


Deus criou um modelo, uma ordem que naturalmente deve ser seguida: DEUS- CRISTO- ESPOSO- ESPOSA- FILHOS. Qualquer inversão nesta ordem torna a família contrário à vontade de Deus.

1) A liderança do casal esta sob a liderança de Cristo. I Co. 11:3.

2) O Marido é a cabeça (O LÍDER) do casal e do lar. Nenhum casamento será completo com duas cabeças no comando ou com uma liderança contraria ao que Deus determinou. Ef. 5.22-23.

3) A Mulher é a vice-líder, a ajudadora idônea. Gn. 2.18.


4) Os filhos devem obedecer aos pais. Ef. 6:1.

O casamento é uma obra literal de Deus, não é uma invenção humana para que possamos destruí-lo através do nosso egoísmo. Mt.19:6. O casamento não é um negócio 50/50. É um tratado 100/100 cada parte deve está disposta a entregar tudo para a outra pessoa.


Produzido em 2022

Pr. Walter Costa.

Referências Bíblicas: Somente use Bíblias traduzidas do Texto Tradicional (aquele perfeitamente preservado por Deus em ininterrupto uso por fiéis): LTT (Bíblia Literal do Texto Tradicional, ACF ou BKJ-1611.

Esperança-PB, 03 de Junho de 2023.

sábado, 27 de maio de 2023

Ensinamento V. Leitura bíblica: I Pedro 2:11-25.



I Pedro 2:11. Abstendo-se das concupiscências carnais. Aqui somos peregrinos e forasteiros, sabemos que nossa cidade é celestial de onde esperamos a volta do nosso Salvador, que nos transformará. Fp. 3:20-21. O inimigo, tem três fortes ataques contra os salvos: A concupiscência da carne, a soberba da vida e a concupiscência dos olhos. I Jo. 2:15-17. O Livro Sagrado, mostra-nos e exorta-nos a nos separamos da concupiscência da carne, pois ela combate contra a nossa alma. Quando somos resgatados da nossa vã maneira de viver. I Pe. 1:18. Nos tornamos morada do Deus em Espírito, I Co. 3:16. E passamos a ter uma relação íntima como o nosso Pai e nos tornamos membros da família de Deus. Ef. 2:19-22. Portanto, o Senhor espera que sejamos filhos inculpáveis e resplandecentes. Fp. 2:15.

I Pedro 2:12. O viver honesto glorifica a Deus. Por estarmos em Cristo, devemos viver neste século de forma sóbria, justa e piamente. Aprovando as coisas excelentes, evitando escândalo e enchendo-se dos frutos de justiça, para glória de Deus. Tt. 2:12 e Fp. 1:10-11.

I Pedro 2:13-15. Sujeição as autoridades humanas. Paulo tratou do desse assunto quando escreve aos irmãos que estavam em Roma e na epístola pastoral de Tito. Ro. 13:1-2 e Tt. 3:1. Estamos vivenciando tempos, onde as autoridades perderam o respeito daqueles que deveriam estar em submissão as mesmas (a grande maioria por serem incompetentes e/ou corruptas). Portanto, qual deve ser o comportamento dos crentes diante das autoridades? Veremos que Paulo expõe que a obediência do crente não é propriamente ao indivíduo governante, mas à autoridade governamental no exercício de sua função. Neste sentindo, afirmamos que a obediência está literalmente relacionada ao cumprimento das leis. Ou seja, devemos sujeição às autoridades devido a lei. O crente pode e deve desobedecer a autoridade quando ela exigir dele aquilo que é devido a Deus como por exemplo, adoração ou quando quiserem nos impedir de propagar o evangelho de Jesus Cristo, que foi o caso dos apóstolos em Atos 5:28-29. Um exemplo claro, de obediência a Deus encontramos em Sadraque, Mesaque e Abednego, que não se prostraram a estátua de Nabucodonosor. Dn. 3:19-27. Também, não podemos aceitar qualquer ordem humana que contraria os desígnios de Deus. (aborto, ideologia de gênero, interferência do estado na criação de filhos).

I Pedro 2:1.16-17. Livres, mas como servos de Deus. Como verdadeiros filhos de Deus, jamais devemos usar a nossa liberdade como forma de amparar nossas predileções ao erro. I Co.10:23. Cristo, nos comprou por um bom preço Cristo, por esse motivo, devemos honrá-Lho e glorificá-Lho, não devemos ser servos dos homens. I Co. 7:23. O versículo 17 mostra três comportamentos esperados nos crentes: honrar a todos e ao rei, amar fraternalmente e temer ao Senhor.

I Pedro 2:18-19. Exortação aos servos. No período em que a epístola foi escrita, havia distinção entre pessoas livres e servos. Para os dias atuais, podemos receber a exortação de como deve ser o comportamento do crente, em relação ao seu trabalho. Como a luz do mundo o salvo deve brilhar entre os perdidos, sempre fazendo o seu melhor sem qualquer espécie de murmuração. Fp. 2:14 e Ef. 6:5-7.

I Pedro 2:20-21. Seguindo as pisadas de Cristo. Fundamentalmente, só consegue seguir as pisadas de Cristo aqueles que o receberam e adentraram a família de Deus. Jo. 1:12. Ora, se O recebemos o mínimo esperando e que o crente ande do mesmo modo que O recebeu. Cl. 2:6. Para seguir as pisadas de Cristo, devemos agradar a Deus. A exortação bíblica é o caminhar de maneira a agradar a Deus. I Tes. 4:1. Cristo, obedeceu e agradou a Deus em todo o Seu ministério terreno. A maneira do crente agradar ao Pai é: Frutificar e crescer no conhecimento dEle. Cl. 1:9-10. Consequências de seguir as pisadas de Cristo. 1. Negativas: Odiados pelo mundo. Jo. 15:18-19. Passar aflições. Jo. 16:33. Negar a si mesmo. Lc. 9:23. 2. Positivas: Ser chamado filho de Deus. I Jo. 3:1-2. Ter Paz com Deus. Ro. 5:1. Embaixadores de Cristo. II Co. 5:20.

I Pedro 2:22-23. Cristo não cometeu pecado, nem engano. Em Sua estadia na terra, Cristo foi semelhante a todos nós. A Bíblia nos mostra que Ele veio à semelhança da carne pecaminosa" e não "à carne pecaminosa" podemos definir melhor "à semelhança da carne" Ele era ao mesmo tempo homem semelhante aos demais, porém, sem pecado. Ro. 8:3 e Fp. 2:5-7. Jesus Cristo, foi um servo justo e fiel a Deus. Ninguém podia culpá-Lo de quaisquer pecado. II Co. 5:21. Sabemos que, Cristo em Seu ministério terreno era Deus em forma de homem (Deus encarnado), Ele poderia muito bem afastar o sofrimento que Lhe estava previsto, porém, apesar de ter o poder para DETERMINAR, Cristo não o fez, pois foi obediente ao Pai. Sendo humilde Cristo diz: “não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres” Mt. 26:39. Mesmo com aqueles que Lhe humilhava, Cristo foi benigno e misericordioso. Lc. 23:34.

I Pedro 2:24. Sarados pelas feridas de Cristo. Através da obediência. Fp. 2:8. Cristo honrou a Lei divina e através da Sua morte, fez uma expiação completa e vicária por nossos pecados. Cremos que Jesus Cristo morreu em nosso lugar quando foi crucificado. I Co. 15:3. Nós merecíamos ser pendurados na cruz para morrer, pois somos nós que vivemos vidas em pecados. Is. 53:4-6. “Expiação” é um termo que reflete toda a obra sacrificial e redentora de Cristo. Cristo fez expiação por nossos pecados por meio do sacrifício de si mesmo na cruz. Sua morte satisfez a justiça de Deus e permitiu que Ele perdoasse os pecadores arrependidos. Is. 53:10-12.

I Pedro 2:25. Cristo o Bom Pastor. Existe uma relação de intimidade entre as ovelhas e o Pastor, Ele as conhece e é conhecido das mesmas, Jesus é o Bom e Verdadeiro Pastor das ovelhas. Jo. 10:3-4 e Jo. 10:14. Essa familiaridade entre o Pastor e suas ovelhas é o fator predominante para entendemos o que significa “O Senhor é o meu Pastor”.Sl. 23:1. Somente aquelas que foram resgatados pelo sangue de Cristo podem usufruir da proteção advinda do Senhor. Atos 20:28.


Produzido em 2022

Pr. Walter Costa.

Referências Bíblicas: Somente use Bíblias traduzidas do Texto Tradicional (aquele perfeitamente preservado por Deus em ininterrupto uso por fiéis): LTT (Bíblia Literal do Texto Tradicional, ACF ou BKJ-1611.

Esperança-PB, em 27 de Maio de 2023.

domingo, 21 de maio de 2023

Ensinamento IV. Leitura bíblica: I Pedro 2:1-10.




I Pedro 2:1. Deixando de praticar as obras da carne. A palavra deixando está no gerúndio (que indica uma ação que ainda está em curso ou que é prolongada no tempo. Transmite, assim, uma noção de duração e continuidade de ação verbal). Ou seja, de modo contínuo os salvos devem abandonar a prática de toda é qualquer manifestação das obras da carne, nessa passagem Pedro cita nominalmente 5 tipos de atitudes e hábitos pecaminosos que devem ser abandonadas no viver da nova criatura, II Co. 5:17. As Escrituras exortam aos crentes a se revestirem de Cristo e a não terem cuidado da carne (no sentido de alimentar). Ro. 13:14. Fundamentalmente, para o salvo deixar a prática das obras da carne em seu viver, ele terá que despoja-se do velho homem, onde os desejos da carne eram predominantes e as decisões eram tomadas através das concupiscências do engano. Ef. 4:22. O crente, deve lutar com todas as suas forças, para evitar a alimentação da carne e buscando andar em Espírito. Gl. 5:16-17.

I Pedro 2:2-3. Desejando o leite racional. O novo nascido na fé, necessita do puro leite racional para que possa ter crescimento espiritual. Inicialmente, nosso alimento é a base do leite racional. Do mesmo modo, que uma criança precisa inicialmente do leite materno, para ter um bom desenvolvimento e crescimento saudável, aquele que foi de novo gerado pela semente incorruptível. I Pe. 1:23, deve desejar o leite racional, não falsificado (que é a Palavra de Deus). Quando, o novo crente não busca o verdadeiro leite, ele continuará menino do entendimento e não terá crescimento espiritual. I Co. 3:1-2. A importância da alimentação espiritual, deve ter o mesmo valor que é dado a alimentação para o nosso corpo. A Bíblia, tem todos os nutrientes que necessários para o crescimento do novo homem. Quando cremos verdadeiramente em Deus, através da obra de Cristo, entendemos a Sua bondade, esse fator é predominante para nos deliciarmos com a Sua Santa Palavra. Sl. 34:8 e II Tm. 3:16-17.

I Pedro 2:4. Chegando-se ao Senhor a Pedra principal. A ordem é: largar as atitudes carnais V1 e se achegar ao Senhor. Tg. 4:8. O crente deve buscar a Deus com inteireza de coração e o mais rápido possível. Jr. 29:13 e Is. 55:6. Na parte B do versículo, Pedro nos mostra que Cristo é a Pedra espiritual. I Co. 10:4. Cristo, foi rejeitado pelos edificadores e tornou-se a pedra principal de esquina. Sl. 118:22. Nessa passagem, o apóstolo mostra dois lados de Cristo: rejeitado e escolhido. Ele foi rejeitado pela liderança oficial de Israel, mas escolhido pelo próprio Deus e precioso (de enorme valor).O Seu nome está acima de qualquer outro nome. Ef. 1:21.

I Pedro 2:5. Sacerdócio santo para oferecer sacrifícios espirituais. No versículo 4 a Palavra de Deus nos mostrou que Cristo é a Pedra viva, o único fundamento válido para chegarmos a Deus. I Co. 3:11. As Escrituras afirma que os salvos são a casa de Deus em Espírito. Ef. 2:20-22. Os crentes, como pedras vivas, fazem parte desse grande edifício e cada parte individual desta superestrutura espiritual fazendo a sua justa operação, ocorrerá de modo natural o aumento do corpo e a edificação. Ef. 4:16. Na construção do edifício, que serve de morada para Deus em Espírito, o salvo deve atentar para o material a ser usando para edificar sobre a Pedra de Esquina. I Co. 3:12-15. O objetivo final, desta grande contração é glorificar a Deus, através de sacrifícios espirituais agradáveis ao Senhor. No Velho Testamento os sacrifícios eram oferecidos pelos sacerdotes, que eram santificados para tal. Hoje, os crentes neotestamentários (apenas eles) podem oferecer três de tipos de sacrifícios ao Senhor: espiritual. I Pe. 2:5; sacrifício vivo (apresentar o corpo). Ro. 12:1 e sacrifícios de louvor. Hb. 13:15.

I Pedro 2:6. Pedra preciosa para os que creem. Aqui, Pedro faz uma referência a profecia contida em Isaías 28:16. Ou seja, Jesus Cristo é a Pedra de Esquina da casa espiritual. O fato dos judeus, buscarem a sua própria justiça achando loucura a fé em Jesus. Fez com que os mesmos tropeçasse na Pedra. Ro. 9:32-33 e I Co. 1:23. Salientamos que, a rebeldia do povo judeu, abriu o caminho para os gentios crerem na obra perfeita de Cristo. Todo aquele que realmente crer em Sua obra, em hipótese alguma, SERÁ CONFUNDIDO. Ro. 10:11. 

I Pedro 2:7-8. Pedra de tropeço para os descrentes. Para os que creem a Pedra é Preciosa, porém para os rebeldes descrentes é Rocha de tropeço e de escândalo. Dentro do contexto primário da passagem, os líderes da religião judaica foram os que tropeçaram na Palavra e reprovaram Cristo como Pedra eleita e preciosa. O próprio Jesus, fez citação a esse respeito ao falar com os sacerdotes e anciãos dos judeus. Mt. 21:42-46. No contexto secundário (atualizado para a atual dispensação), as organizações religiosas através dos seus líderes tropeçam nos ensinamentos errados, apregoando uma redenção efêmera, onde a salvação é um processo a ser conquistado pelo pecador através do seu bom comportamento e suas obras, os tais ignoram que Jesus salva o seu povo dos pecados. Mt. 1:21. Não obstante, esses lobos devoradores através de mentiras e fábulas cauterizam as mentes das pessoas para que as mesmas, não encontrem o verdadeiro e único caminho. Jo. 14:6.

I Pedro 2:9-10. O povo de Deus. Através da inspiração divina, Pedro traz uma informação de suma importância para os Crentes. Ele notifica que os salvos são o povo adquirido por Deus, ou seja, não pertencemos mais a nós mesmos e sim ao Senhor dos Exércitos. I Co. 6:19-20. No contexto da passagem, percebemos que fomos comprados para exercermos uma função singular que é: anunciar as virtudes de Cristo. Por este motivo, devemos anunciar as boas novas (salvação em Cristo Jesus) que deu a Sua vida em resgate de muitos. Mt. 20:28. Cristo liberta a alma do pecador do engano Sl. 72:14. Aquele que escuta a Palavra e segue o Caminho, encontrará descanso para sua alma. Jr. 6:16 e Mt. 11:28-30. Concluímos, que temos uma linda função que é anunciar o Evangelho da paz, levando as boas novas. Ro.10:15. E apesar de não temos o poder de salvar ninguém, temos a obrigação de levamos o Evangelho do Nosso Senhor aos descrentes. I Co. 9:16. Cumpramos pois a ordem do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Mc. 16:15

Produzido em 2022

Pr. Walter Costa.

Referências Bíblicas: Somente use Bíblias traduzidas do Texto Tradicional (aquele perfeitamente preservado por Deus em ininterrupto uso por fiéis): LTT (Bíblia Literal do Texto Tradicional, ACF ou BKJ-1611.

Aplicado  na IBBF Esperança-PB, em 21 de Maio de 2023.

quinta-feira, 18 de maio de 2023




Atitudes que poderão prejudicar a saúde mental, emocional, familiar e espiritual do crente.


I. Preocupar-se em excesso com o futuro. Mt 6:33-34. A exortação é buscar como a principal prioridade o reino de Deus. Apesar, de estarmos na carne e vivermos em um mundo recheado de oportunidades para desagradarmos a Deus. Devemos pensar na imagem celeste que receberemos, alimentando o espírito, uma vez que, a carne não nos conduzirá ao reino de Deus. I Co. 15:48-50. A inquietude não deve fazer parte do cotidiano dos salvos, devemos expor as nossas necessidades a Deus em orações e suplicas. O crente sabe que a vontade soberana de Deus é perfeita e prevalecerá sobre a dele, este fato não nos impede de confiarmos e de O buscarmos em oração. I Jo. 5:14.É justamente por este motivo, que somos exortados a buscarmos e pensarmos nas coisas que são de cima. Cl. 3:2. O fato de sermos gerados de novo, nos garante uma herança incorruptível e incontaminável, essa herança é tão grandiosa que nossos pensamentos devem está sempre nela. I Pe. 1:3-5. A melhor maneira de colocarmos o nosso pensamento nas coisas de cima é deixar a Palavra de Deus abundar em nosso viver. Cl. 3:16. O contentamento deve ser algo natural aos salvos, principalmente no que diz respeito as bençãos temporárias. Fp. 4:11-13. O contexto dessa Escritura é bem simples, Paulo aprendeu a entregar de forma bíblica a sua vida a Deus e em todas as situações e provações ele confiava no Senhor. Sl. 37:5-6. O contentamento não vem de sua própria força de vontade, mas da confiança em Deus. Deus é quem dá a força para o crente responder às provações com uma alegria. II Co. 12:9. Quando ficamos doentiamente preocupados/absorvidos com as necessidades da nossa família; trabalho ou qualquer outro assunto que desvie o nosso foco, estamos esquecendo de olhar para Cristo. Hb. 12:1-2. Desviar o foco é esquecer o que Deus espera do crente. Hb. 6:9.


II. Tentar agradar sempre as pessoas, e a todas as pessoas. Cl. 3:17. O sagaz inimigo criou um falso ensinamento sobre o amor. Onde tenta passar a ideia que para amar é necessário agradar a todos. Às Sagradas Escrituras mostra-nos que não é possível servir a dois senhores. Mt. 6:24. O crente, não deve imitar o mundo e em hipótese alguma dever abrir mão dos valores e princípios Bíblicos para agradar a quem quer que seja, nosso compromisso principal e com Deus. Aqueles que só tentam AGRADAR OS HOMENS não agradam Deus. Gl 1:10. O homem natural, tem a sua existência inclinada o desejo. O seu viver, é baseado no agradar a si mesmo e não a Deus, a mente do perdido é canalizada para a carne, não se importando em conhecer verdadeiramente a Deus. Ro. 1:28-32. Quem vive APENAS PARA SI MESMO não agrada a Deus. "Não devemos... agradar a nós mesmos, pois nem mesmo O Próprio Cristo agradou a si mesmo”. Rm 15:1-3. O eu é o “deus” da grande maioria dos homens. Nos tempos tidos modernos, os crentes recebem milhares de informações voltadas para as coisas terrenas e temporárias, que nos atraem em direções contrárias a vontade de Deus. Então, para evitarmos de perdemos o foco precisamos colocar como prioridade o servir ao Senhor, agradando-Lhe em todo. Cl.1:9. Para aprovarmos o que é agradável a Deus, indispensável e obrigatoriamente necessitamos apresentar os nossos corpos em sacrifício vivo ao nosso Senhor, não se conformando com a realidade exposta no mundo e sim sendo transformado pela renovação do entendimento. Ro. 12:1-2. Ou seja, quando queremos agradar a todos acabamos quase que naturalmente, nos prendendo ao jugo desigual. II Co. 6:14-16.


III. Avaliar-se de forma derrotista "nunca conseguirei melhorar, em nada". Mt. 19:26. Quando um salvo, avaliar-se de modo derrotista, simplesmente ele está deixando se levar pelas artimanhas de Satanás. II Co. 2:11. Significado de artimanhas: procedimento para levar alguém ao engano; estratagema, ardil, artifício. Tem em mente, que o adversário anda ao derredor, buscando desencorajar os filhos de Deus para pô-los em situações que desonrem ao Pai, devemos resistir firmes contra suas ciladas. I Pe. 5:8-9. Satanás quer que você esteja inseguro e sentindo-se derrotado, porque assim você não descansará na capacidade de Deus de cuidar de você. I Pe. 5:7. Não deixe Satanás agir através da insegurança, antes vossas petições esteja sempre diante do Senhor, mantenha seu coração e seu pensamento em Cristo. Fp. 4:6-7. O crente deve reconhecer que TODOS os seus desapontamentos são, na verdade os apontamentos de Deus, e têm que ser vistos como tais, para que Satanás não obtenha vantagem. Ficar desapontado é esquecer os propósitos de Deus em nossas vidas. Ro. 8:28. O desespero segue ao desapontamento e ao desencorajamento. O derrotismo, faz o crente esquece que já recebeu todas as bênçãos celestiais em Cristo. Ef. 1:3. As bençãos nos lugares celestiais são mais valiosas e seguras do que as bençãos terrenas. Ro. 8:18 e II Co. 4:17-18.


IV. Fazer sempre várias tarefas ao mesmo tempo (as menos importantes atrapalhando as mais importantes e de valor eterno). I Co. 9:25-27. No momento, em que nos dedicarmos a várias tarefas ao mesmo tempo, com certeza não obteremos os melhores resultados. A busca que todo crente deve ter é pelo crescimento espiritual, não importa o tempo de conversão, 30, 40, 50 anos, mas não podemos achar que cruzamos a linha de chegada da nossa corrida. O objetivo final é está perfeito na vontade de Deus. Ef. 4:12-13 e Cl. 4:12. A lição que podemos usufruir deste ensinamento é que devemos manter nosso olhar firme no percurso, esquecendo a velha criatura e fixando o seu viver nas coisas novas. II Co. 5:17. O objetivo de um corredor é focar no próximo passo em direção a seu objetivo. Na vida espiritual o salvo deve ter a mesma mentalidade, não voltando a olhar para os passos passados, mas se concentrando em melhorar cada passo de sua carreira até alcançar o objetivo de estar com Cristo. O nosso olhar é sempre para frente e em Cristo. Hb. 12:1-2. Recebemos a ordem das Escrituras de nos achegarmos a Deus. Tg. 4:8. Ou seja, achegar-se a Deus, requer que o crente O coloque em primeiro lugar em todos os momentos da sua vida, comprometendo-se a amá-Lo de todo teu coração, alma e entendimento. Mc. 12:29-30. Nosso primeiro amor deve ser sempre Deus. O primeiro amor significa um amor que vem antes de todos os outros amores. Nós mesmo, família, trabalho, amigos, deverão estar na prateleira abaixo de Deus. Ap. 2:4-5. O real inimigo de “o MELHOR” não é “o PIOR”, mas é simplesmente “o BOM”! Isso sobrevém ao salvo, no momento em que ele deixar de dedicar o seu melhor para o Senhor e dispensar apenas o bom. Veja bem, o nosso melhor deve ser sempre para Deus. Quando isso, não ocorre nos tornarmos meros ouvintes da Palavra. Tg. 1:23.


V. Não gerenciar o seu tempo. Ef 5:16. Redimir significa readquirir, adquirir de novo, reconquistar aquilo que se havia perdido. Assim, redimir o tempo tem o significado de ter poder sobre o nosso tempo, reconquistá-lo e usá-lo com sabedoria para as coisas que são verdadeiramente importantes. Infelizmente as pessoas estão acostumadas a viver como se o tempo fosse um recurso inesgotável. A administração do tempo é importante por causa da brevidade de nossas vidas. Nossa permanência terrena é significativamente menor do que estamos inclinados a pensar. Sl. 39:4-5 e Tg. 4:14. A melhor de redimimos o tempo é evitarmos a procrastinação. A procrastinação é o ato de atrasar deliberadamente a realização de algo que deve ser feito. No que diz respeito ao resgate do tempo perdido pelos salvos, procrastinar é deixar de fazer a vontade de Deus em um primeiro momento e permanecer na inércia do sono. Devemos despertar do repouso, rejeitando as obras das trevas e vestindo-se com as armas da luz. Ro. 13:11-14. Gerenciar o tempo significa não perder a oportunidade de agir corretamente. Fp. 4:8. Uma forma eficaz para redimir o tempo, é aprender a dizer NÃO. Muitas vezes, somos levados a perder o nosso precioso tempo em questões secundárias e subjetivas, principalmente quando somos solicitados a fazer algo por alguém que amamos, como família, amigos ou outros membros da igreja.

Como redimir o tempo.

(1) Na obtenção de conhecimento útil. Pv. 2:3-6.

(2) Fazendo o bem aos outros. Gl. 6:10 e Tg. 4:17.

(3) Vivendo de forma honesta. II Co. 8:21 e I Pe. 2:12.

(4) Em oração e autoexame para melhorar o seu viver. Ro. 12:12 e II Co. 13:5.

(5) Não vivendo segundo as concupiscências dos homens. I Pe. 4:2-4.

(6) Retendo e conservando as sãs Palavras. Tt. 1:9 e II Tm. 1:13.

(7). Usando o tempo para a proclamação do Evangelho. Mc. 16:15 e Ro. 1:16.


VI. Não ter descanso nem hobbies nem lazer (sadios para o corpo e o espírito). Ec. 5:19. O trabalho faz parte do cotidiano das pessoas, contudo a raça humana não tem capacidade apenas trabalhar, ela precisa de descanso. O nosso maior exemplo é próprio Deus. Gn. 2:2. O trabalho e o descanso são elementos primordiais e complementares na vida humana. Ec. 8:15. O lazer sadio, exerce uma importante regulação na vida do homem e pode melhorar a saúde física, mental e espiritual dos indivíduos. Tempo livre, não significa tempo perdido, saiba aproveitá-lo usando-o com sabedoria e discernimento, nada é mais proveitoso do que nos recreamos na perfeita lei do Senhor. Sl. 119:92. Descansar é uma maneira de glorificamos a Deus. Quando de modo responsável, nos dedicamos a um lazer saudável, estamos mostrando ao Senhor que confiamos nEle. Estamos fazendo uma declaração de dependência e confiança em Seu poder. É um gesto de humildade, dizer que sem Ele nada podemos fazer. Sl. 37:4-5 e Sl. 16:11. Não há nada de errado em trabalhar diligentemente, mas devemos ter cuidado para não trabalhar demais. Ec. 3:1.


VII. Pensar demais no passado. II Co. 5:17. O crente deve DEIXAR o trato passado. Ef. 4:22, onde as decisões eram tomadas através da escuridão das trevas, sem nenhuma preocupação com o Espírito que habita nele e TORNAR-SE NOVO, demonstrando através do bom trato as obras de mansidão e sabedoria. Tg. 3:13. ENCHENDO-SE de conhecimento, sabedoria e inteligência espiritual. Então, devemos aproveitar o tempo que nos resta na carne, para prosseguirmos buscando o aperfeiçoamento espiritual. Tendo sempre em mente que o crente é como a luz da aurora e deve resplandecer como astro do mundo. Pv. 4:18 e Fp. 2:15.


VIII. Esconder (para cultivar) suas [más] emoções. Aqueles, que escondem e cultivam as más emoções, certamente sofrerá danos por estarem alimentando raízes de amargura. A Bíblia nos exorta a deixarmos todo e qualquer sentimento da carne. Ef. 4:31 e Ec. 11:10. Amargura é uma infecção perigosa e difícil de ser curada e por este motivo a Bíblia nos ensina a não permitirmos que a mesma crie raízes em nossos corações. Hb. 12:15. Nada pode ser mais agradável ao Senhor do que o perdoar entre irmãos. Cl. 3:13. A falta de dar ou receber o perdão, graciosamente, faz com que o espírito se torne cada vez mais impuro e enfermiço pela dureza de coração. Quando o perdão é dado e recebido, um novo poder surge. Sl. 51:10. Não podemos adorar livremente ao Senhor com sentimentos de raiva ou rancor em nosso espírito. O Senhor ordena que não só devemos nos conciliar com o nosso irmão antes de irmos diante dEle, mas que devemos fazê-lo rapidamente. Mt. 5:23-26. O murmurar atualmente, tem se constituído na principal característica da humanidade. Fato esse, que não deve ser seguido pelos crentes, pois, sabemos que tudo o que ocorre no plano terreno é temporal. Os salvos devem deixar a murmuração e buscar o alimento racional, pelo qual tera crescimento espiritual. I Pe. 2:1-2. Invés de viver reclamando o crente tem que agradecer a Deus:

1) Pelo fato dEle te fortalecer para servi-Lo. Fp. 4:13.

2) Por Ele ter te salvado. Jo. 5:24 e Ro. 5:8.

3) Por Ele ter nos dado a Sua Palavra. Sl. 68:11


Quando estamos com o espírito abatido, nos tornamos insuportáveis, sendo que o melhor remédio para esse mal é ser agradecido e nos mostramos alegres com as maravilhas de Deus em nossas vidas. Pv. 17:22 e Pv. 18:14. Para gozarmos uma vida sadia, devemos nos abster de sentimentos que nos abatem ou prejudicam a vida dos outros. Tg. 4:11 e Pv. 14:30. As Escrituras afirmam, que todo aquele que é de coração arrogante é abominável ao Senhor. Pv. 16:5 e Pv. 11:2.


IX. Cobrar-se excessivamente, mais do que Deus me pede. Ás vezes, somos tentados a nos cobrarmos mais do que Deus nos pede. II Co. 8:12. Fato é, que quando nos cobramos excessivamente, deixarmos de reconhecer a perfeita vontade de Deus em nossas vidas. Mc. 3:35. Não adianta nada queremos bater de frente com a Sua perfeita vontade, somos reputados em nada. Dn 4:35. A oração de crente deve ser contínua, pedindo que o Nosso Pai nos ensine a fazer a vontade Dele. Sl. 143:10. Todo salvo deve ter alegria em fazer a vontade de Deus. Sl. 40:8 e Fp. 3:12-14.

10. Não delegar tarefas, e até assumir responsabilidades que não são suas. A Bíblia, transborda em exemplos de pessoas que delegaram tarefas a outras. O maior de todos os exemplos é o próprio Cristo, que instituiu a Sua igreja delegando poderes aos apóstolos. Mc. 6:12-13/ Mt. 10:1-5 e Mt. 28:18-20. Muitos que estão em posição de liderança, manifestam certas atitudes conflitantes no que diz respeito a delegar funções e tarefas a outros. Esse fato, pode desenvolver um ciclo vicioso, que acabará sendo destrutivo nos aspectos físicos, emocional e espiritual. A Palavra de Deus, nos mostra que Moisés recebeu de bom grado o conselho do seu sogro Jetro sobre o propósito da delegação. Ex. 18:13-23. Vimos que Moisés, estava a ponto de desfalecer e que ao distribuir tarefas a homens de sua confiança (que também eram capazes de liderar), deixou de ficar sobrecarregado, melhorando inclusive o efetivo trato para com os hebreus. Outro exemplo bíblico, sobre o tema é encontrado no livro de Atos dos Apóstolos. Onde, os apóstolos escolheram 7 (sete) irmãos de boa reputação e cheios do Espírito Santo, para delegar funções, para que eles pudessem se dedicar com exclusividade ao ministério da palavra. Atos 6:2-4.



Esboço do Artigo. Hélio de Menezes Silva.

Esperança-PB. Março de 2023.

Pr. Walter Costa.

Referências Bíblicas: Somente use Bíblias traduzidas do Texto Tradicional (aquele perfeitamente preservado por Deus em ininterrupto uso por fiéis): LTT (Bíblia Literal do Texto Tradicional, BKJ-1611, ou ACF.