domingo, 21 de dezembro de 2025

Estudo expositivo em Romanos – Ensinamento 33. Capítulo15:14-33.




Romanos 15:14. Cheios de bondade e conhecimento. Seguramente, quando Paulo fala que os irmãos do ajuntamento de Cristo em Roma estão cheios de bondade, ele está aflorando a ação do Espírito Santo na vida daqueles irmãos, uma vez que é impossível ao homem natural, em sua natureza, ter algo de bom. Gl. 5:22. A assembleia local de Roma estava enriquecida em Cristo, exalando a fragrância do Seu conhecimento. I Co. 1:4-5 e II Co. 2:14. A importância de crescer no conhecimento espiritual torna o irmão capaz de admoestar um ao outro, evitando com isso, que possam cair no engano de palavras persuasivas (capacidade de convencer com facilidade). Cl. 2:2-4.

Romanos 15:15-18. Ministério entre os gentios (a graça dada a Paulo). Paulo recebeu a ordem de ir aos gentios, do próprio Cristo. Atos 9:15. Ele tinha um cuidado especial com a nação gentílica e buscava produzir frutos entre eles. Ro. 1:13. Paulo evangelizou usando apenas a obra de Cristo, não utilizou artifícios e estratégias para confundir a mente das pessoas com vãs filosofias e doutrinas de homens. Em seu ministério, Paulo não propôs outra coisa a não ser Jesus Cristo e esse crucificado. I Co. 2:1-2. Nós, os salvos da atual dispensação, devemos tomar o exemplo de Paulo, que não optou por pregar o Evangelho, e sim recebeu com alegria a obrigação imposta. I Co. 9:16.

Romanos 15:19-21. Não edificando sobre o fundamento alheio. Paulo recebeu e anunciou o Evangelho através do poder do Espírito de Deus, com sinais e prodígios, que eram a comprovação do seu apostolado. II Co. 12:12. Literalmente, Paulo levou o Evangelho aos lugares mais longínquos e não apenas nos arredores de Jerusalém e Judeia. Ou seja, em seu fervor missionário, o apóstolo não se deteve a evangelizar em locais onde outros haviam semeado a palavra. II Co. 10:13-16.

Romanos 15:22-24. O desejo de ver os romanos. O fato de evangelizar em locais distantes é dito por Paulo como fator primordial para ele não ter ido até os romanos. Quando ele fala que não há lugares nas regiões, refere-se ao fato de levar o Evangelho de Jerusalém ao Lírico, levando a Palavra de cidade em cidade, plantando igrejas nestas localidades. Com a certeza do dever cumprido, Paulo agora desejava ver os irmãos de Roma e ter momentos de comunhão.

Romanos 15:25-28. Ministrar aos santos. O crente deve sempre fazer o bem, para não cair no pecado da omissão. Tg. 4:17. Mas, para se cumprir esta ordem, devemos analisar quais são os critérios que a Bíblia ensina. O bem deve ser feito a todos. Porém, os irmãos na fé devem ter prioridade nas ações voltadas para suprir as necessidades. Gl. 6:10. Ore sempre pelo bem-estar dos irmãos, mas fique atento às suas necessidades, afinal, se Deus tem suprido as nossas carências temporais, devemos ter esse entendimento para com os irmãos e para com o próximo, melhor é dar do que receber. Atos. 20:35. Se somos participantes dos bens espirituais, logicamente devemos ser dos temporais. O crente deve fazer todo e qualquer coisa com prontidão de vontade. II Co. 8:12.

Romanos 15:29. Plenitude de benção do Evangelho. Nesta passagem, o Espírito Santo mostra, por meio de Paulo, qual é o normal dos crentes estarem cheios das bênçãos do Evangelho de Cristo. Plenitude significa: pleno, completo, sem restrição, é justamente neste sentido que o apóstolo exorta os romanos, para que os mesmos não se contentem apenas com a salvação e sim com a plenitude do Evangelho. Devemos entender que a plenitude do Evangelho é está cheio das doutrinas da graça e verdade, das quais Cristo está cheio e, por estarmos em Cristo, nós também recebemos tão grande bênção. Jo. 1:14-16 e Ef. 1:3.

Romanos 15:30-31. Combatendo em orações. Mais uma vez, somos exortados a permanecer combatendo em orações uns pelos outros. Paulo rogava aos irmãos que estivessem em constante oração por ele e por todos os santos. II Co. 1:11 e Ef. 6:18-19. Devemos fazer o mesmo com aqueles irmãos que fazem viagens missionárias, que levam o santo Evangelho aos perdidos, rogando a Deus para os proteger e os livrar dos perigos.

Romanos 15:31-33. Paulo deseja alegrasse com os irmãos de Roma. A vontade de Deus sempre deve ser colocada em primeiro lugar. A alegria da comunhão entre irmãos é algo que deve ser nutrido nas assembleias de Cristo. Sl. 133:1. É justamente nesse sentido que Paulo deseja encontrar-se com os santos que estão em Roma. Sentimento esse que não deve ser diferente nos ajuntamentos locais. Como posso dizer que amo a Deus, se não amar ao meu irmão? I Jo. 4:20. O apóstolo termina o capítulo com a saudação sobre a paz de Cristo, a qual os crentes receberam pela fé na pessoa de Jesus Cristo. Jo. 14:27.


Pastor Walter Costa.

Referências Bíblicas: Somente use Bíblias traduzidas do Texto Tradicional (aquele perfeitamente preserva­do por Deus em ininterrupto uso por crentes fiéis): LTT (Bíblia Literal do Texto Tradicional, ACF ou BKJ-1611.

Aplicado na IBBF Esperança-PB, 21 de Dezembro de 2025.

domingo, 14 de dezembro de 2025

Estudo expositivo em Romanos – Ensinamento 32. Capítulo15:1-13.


Romanos 15:1-2. Cada um agrade ao seu próximo. Novamente, o apóstolo exorta aqueles que estão em posição de firmeza na fé e na doutrina a se portarem de maneira tal a suportar as fraquezas dos irmãos. Partindo do pressuposto de que somos espirituais e que existem crentes que estão espiritualmente mais fortalecidos, então, esses são responsáveis por levar de forma mansa e pacífica as cargas dos outros. Gl. 6:1-2. Os receba de forma agradável, mostre com entendimento o conhecimento da verdadeira Luz, sinta as necessidades dos irmãos, ponha-se no lugar do outro. Lc. 6:31. A única ressalva nessa conduta ocorre quando, para agradar ao próximo, for necessário desagradar a Deus; nesse caso, o Senhor sempre terá a preferência. Gl. 1:10.

Romanos 15:3. Cristo é o exemplo maior. Cristo é o exemplo maior na distinção entre o compromisso com a vontade soberana de Deus e amar o próximo. Em Cristo, vemos com perfeição a diferença entre apenas agradar ao próximo e o verdadeiro sacrifício de amor. Jesus não buscou as suas realizações, não tirou proveito do fato de ser Deus, não buscou honra e glória, mas simplesmente fazer a vontade do Pai, Jo. 4:34. Mesmo sendo Deus, fez de Si mesmo sem nenhuma reputação, humilhando-Se por nós até a morte na cruz. Fp. 2:7-8. As injúrias que seriam destinadas a nós caíram sobre Ele. Sl. 69:9. Vejam as humilhações que o nosso Salvador suportou: Amigo de pecadores: Mt. 11:19. Tinha demônio: Jo. 8:48. Acusado de blasfêmia e sedição. Lc. 23:2. Na cruz, o insultaram e zombaram do Senhor. Mt. 27:39-44. Todo isso Ele suportou por nós, pecadores.

Romanos 15:4. Tudo que antes foi escrito serve de ensinamento. Paulo (divinamente inspirado) explica o uso da referência do Salmo 69, mostrando que aquela citação não se referia a Davi e sim a Cristo. Encontramos Cristo em todos os livros da Bíblia, afinal, por Ele foram criadas todas as coisas, o Verbo era Deus. Jo. 1:1-4. Aprenda e pratique as Sagradas Escrituras. II Tm. 3:16-17. A Bíblia é uma “biblioteca” cheia de divisões, que deve ser minuciosamente Lida, Examinada, Crida e Aplicada na vida de um crente. A Bíblia é composta de dois testamentos, 66 diferentes livros, 1.189 capítulos, 31.173 versículos, 773.692 palavras. Os diferentes livros da Bíblia abrangem temas diferentes e foram dirigidos a diferentes públicos. Os livros da Bíblia foram escritos por cerca de 40 homens diferentes durante um período de cerca de 1500 anos.

Romanos 15:5-6. Tenham todos o sentimento. Palavra de Deus nos revela que Ele é a fonte de toda consolação e perseverança. Não é o esforço humano que sustenta a caminhada cristã, mas a ação contínua do Senhor na vida daqueles que se refugiam n’Ele e se apegam firmemente à esperança que lhes foi proposta. É Deus quem fortalece o coração, renova a fé e confirma os Seus filhos, conduzindo-os com graça e fidelidade (II Ts 2:16–17; Hb 6:18). À luz dessa verdade, somos chamados a permitir que o Espírito Santo opere em nós um mesmo sentimento, moldando nossos corações à semelhança de Cristo. Isso se expressa em amor mútuo, humildade, unidade de propósito e harmonia no pensar, para que, juntos, glorifiquemos a Deus com uma só voz e um só coração. A unidade da Igreja não é uniformidade forçada, mas fruto da ação divina que nos une em torno da verdade do Evangelho (I Co 1:10 e Sl 133:1).

Romanos 15:7. Receba o irmão, do mesmo modo que Cristo te recebeu. Quanto você recebeu, Cristo era perfeito? Sem falhas? Claro que era (é) cheio de imperfeições, por isso mesmo, não devemos rejeitar o irmão ou fazer acepções entre irmãos. Tg. 2:1. O exemplo bíblico do comportamento do crente está explícito em II Coríntios, onde Paulo nos exorta a não buscarmos o nosso próprio proveito. II Co. 7:2.

Romanos 15:8-9. A misericórdia do Senhor é para todos. Devemos sempre olhar a nossa situação, como sendo devedores e jamais merecedores de qualquer dádiva do Senhor. Sl.126:3. Afinal as misericórdias de Deus são a causa de não sermos consumidos. Podemos definir misericórdia como, um termo Bíblico que refere-se a: benignidade; perdão; bondade; longanimidade; proteção e amor de Deus para com todas as criaturas. Sl. 25:6- . Nesta passagem, o apóstolo apenas confirma “paciência e consolação das Escrituras, tenhamos esperança”. Ou seja, ele reforça os ensinos dos judeus de que o Messias viria buscar as ovelhas perdidas de Israel. Mt.15:24. Mostra também a promessa feita ao patriarca Abraão, que abrange todas as nações, bendito é todo aquele que é descendente de Cristo. Gl.3:16 e 29. Ou seja, não há nenhum diferencial entre crentes judeus e crentes gentios. Sendo certo que devemos receber a todos com o amor genuíno.

Romanos 15:10-12. Louvai ao Senhor. O louvor é um dos nortes da vida de um crente. Portanto, ao prestá-lo, o salvo deve estar convicto de que só agradará ao Pai, se a sua manifestação honrosa a Deus estiver plenamente fundamentada nas Sagradas Escrituras. Ef. 5:19. Notadamente, o louvor vem de dentro para fora, ou seja, do vosso coração. São duas as características basilares do louvor, ambas igualmente importantes, adorar em espírito e em verdade. Jo. 4:23-24. A Palavra de Deus foi enviada aos gentios e eles ouviram e creram (Atos 28:28 e 13:48). Confirmando a profecia do Salmo 117. Sl. 117:1-2. Todos os salvos, sem exceção, devem glorificar a Deus e nunca se gloriar em si mesmos. Cristo foi manifesto aos gentios, esse é o mistério que esteve oculto. Cl. 1:26-27.

Romanos 15:13. Cheios de gozo e paz. Os gentios eram estranhos à promessa, viviam sem Deus no mundo, mas, pelo sangue de Cristo, foram resgatados. Ef. 2:12-13. Então, receberam uma grandiosa promessa, passando a ser participantes da natureza divina. II Pe. 1:3-4. O crente (gentio ou judeu) tem gozo e paz, pois permanece no Pai e no Filho, crendo na Sua promessa. I Jo. 2:24-25.


Pastor Walter Costa.

Referências Bíblicas: Somente use Bíblias traduzidas do Texto Tradicional (aquele perfeitamente preserva­do por Deus em ininterrupto uso por crentes fiéis): LTT (Bíblia Literal do Texto Tradicional, ACF ou BKJ-1611.

Aplicado na IBBF Esperança-PB, 14 de Dezembro de 2025.

domingo, 7 de dezembro de 2025

Estudo expositivo em Romanos – Ensinamento 31. Capítulo14:13-23.

 

IGREJA BATISTA BÍBLICA

FUNDAMENTALISTA DE ESPERANÇA-PB




Romanos 14:13. Não pôr em tropeço ou escândalo ao irmão. Em muitas situações, o irmão que se sente mais forte age de forma errônea, com isso, retarda o desenvolvimento daquele que está mais fraco ou ainda é menino na fé. A assembleia local (corpo de Cristo) deve funcionar com todas as juntas fazendo a justa operação, ou seja, o mais forte diante da conjectura bíblica, deve aconselhar e admoestar o irmão mais fraco (Ef. 4: 12 e 16). Uma das formas que o crente maduro tem de edificar e aperfeiçoar os demais é evitar o escândalo (I Co. 10:32 e Lc. 17:1-2).

Romanos 14:14. Nada é imundo em si mesmo. Nada que comemos pode ser considerado imundo, o próprio Senhor em Seu ministério terreno, ensinou que a distinção entre comida cerimonialmente limpa e impura havia terminado (Mc. 7:15-23). Paulo afirma, com plena certeza fundamentada no Senhor Jesus, que nenhum alimento é impuro por natureza para o cristão (I Tm. 4:4). Na prática, não existem alimentos intrinsecamente proibidos. Essa verdade amplia o ensino anterior de Paulo: tudo aquilo que a Bíblia não condena claramente é permitido aos crentes, desde que seja usado com gratidão e bom senso diante de Deus. . Porém, muitos dos irmãos não compreenderam assim e insistiam em fazer diferença entre alimentos imundos e alimentos puros. Vejam bem, a imundícia não é decorrência dos objetos ou alimentos, e sim das mentes dos impuros (Mt 12:34-35 e Mt. 15:18-19).

Romanos 14:15-16. Não destrua o irmão através do escândalo. Paulo volta-se agora para aqueles que, confiantes em sua liberdade em Cristo, acabam agindo sem sensibilidade para com irmãos cuja consciência é mais frágil. Ele declara que não é possível desfrutar dessa liberdade e, ao mesmo tempo, afirmar que se ama o próximo. De forma profunda, Paulo nos lembra que não devemos permitir que algo tão passageiro quanto a comida cause prejuízo espiritual a alguém por quem Cristo derramou Seu precioso sangue. O crente sabe, como vimos no versículo anterior, que não há nenhum tipo de impureza nos alimentos. Mas, devido à possibilidade de pormos um irmão em tristeza, por causa da nossa ação, devemos evitar comidas que sabemos que são sacrificadas a ídolos em cerimônias satânicas (I Co. 10:27-30). A nossa conduta pode ser a causa da destruição moral do irmão. Lembre-se, o amor para com os irmãos requer sacrifícios (I Co. 8:13). Na passagem, Paulo usa o verbo destruir no imperativo presente “destruas” e isso é importante. Esse tempo verbal aponta para algo temporário, não definitivo. Se ele tivesse usado o aoristo (tempo verbal do grego koinê), a língua em que o Novo Testamento foi escrito. Representaria uma ação completa, vista como um todo, sem indicar se ela é contínua, repetida ou duradoura. Assim sendo, o assunto aqui tratado não é a condenação eterna, mas de um impacto momentâneo na vida espiritual do irmão mais fraco.

Romanos 14:17-18. O reino de Deus não é só comida e bebida. Paulo refere-se ao fato de que o reino de Deus não é alcançado por meio de obras ou comportamento do homem, e sim pela perfeita justiça imputada aos salvos pela fé. Não é a comida que nos faz agradáveis a Deus (I Co. 8:8-9) e sim nos tornamos agradáveis ao Pai pela ação do Filho (Ef. 1:5-7). Quando cremos e recebemos a doutrina de coração, buscamos de forma natural andar dignamente, sabendo que somos participantes da herança dos santos, pois Deus nos fez idôneos (capaz, habilitado, apto) para isso (Cl. 1:10-12).

Romanos 14:19-21 O crente deve seguir as coisas que servem para a edificação. A liberdade dos crentes, advinda da graça de Cristo, permite que o mesmo faça qualquer coisa. Mas, ao mesmo tempo que somos livres, devemos buscar apenas aquelas coisas que edificam e não nos deixar dominar pelas demais (I Co. 6:12). A edificação é a base estrutural da vida espiritual do crente. A salvação é um ato, porém a edificação é um processo com diversas fases, por isso mesmo, é de suma importância a mútua edificação entre os crentes (Jd.1:20-21). Às vezes é necessário, em determinados momentos, renunciarmos a algo que, aos nossos olhos, não causaria mal nenhum, em troca do bem-estar e edificação do irmão (I Tes. 5:11). Nunca devemos achar que somos indestrutíveis, pelo contrário, necessitamos estar atentos para não cairmos e magoarmos o nosso irmão. (I Co. 10:12). A liberdade do crente NÃO é o direito de fazer o que queremos, mas a capacidade de fazer o que devemos. (I Co. 10:23).

Romanos 14:22. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo. O apóstolo não está falando da “fé para salvação, mas em decidir sobre coisas em que a Bíblia não tem instrução explícita estendendo-se aos da atual dispensação das assembleias locais” (comentário de Hélio Menezes na LTT). Quando estamos enraizados nos ensinamentos bíblicos e cremos literalmente nestes ensinamentos, sabemos que até mesmo se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração (I Jo.3:20-21). A Palavra de Deus deve habita abundantemente na vida do crente. Faça sempre a si mesmo essa pergunta: O meu caminhar glorifica a Deus? (Cl. 3:16-17).

Romanos 14:23. Tudo que não é de fé é pecado. Temos aqui o contraste do versículo 22, quando fazemos algum em dúvida, não estamos fortalecidos na fé e o simples fato de duvidar, já é pecado. A condenação aqui citada não é a eterna, pois não há mais condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus (Ro. 8:1), refere-se a imputação da disciplina, por parte de Deus para com os Seus filhos (Hb. 12:6-8). Este fato, a dúvida aplica-se não apenas ao comer e sim a qualquer outro motivo que o crente faça sem fé. Afinal o justo viverá pela fé (Ro. 1:17).

Pastor Walter Costa.

Referências Bíblicas: Somente use Bíblias traduzidas do Texto Tradicional (aquele perfeitamente preserva­do por Deus em ininterrupto uso por crentes fiéis): LTT (Bíblia Literal do Texto Tradicional, ACF ou BKJ-1611.

Aplicado na IBBF Esperança-PB, 07 de Dezembro de 2025.